Histórico


HÁ 50 ANOS A CDL É NOTÍCIA NO JP

 

Tudo começou naquela quinta-feira, 4 de novembro de 1965. Na verdade, começara antes, quando empresários cachoeirenses foram a Porto Alegre conhecer o recém criado Clube de Diretores Lojistas da capital, o primeiro do país. Nascia também o Serviço de Proteção ao Crédito, inédito entre os brasileiros e que mudou o futuro do varejo e das relações de consumo. Mas naquela quinta-feira começava uma relação hoje cinquentenária entre o Jornal do Povo e a CDL. Estava lá, na capa: “Clube de Diretores Lojistas Elege Amanhã Sua Primeira Diretoria”. Dizia o texto: “O Clube de Diretores Lojistas tem como finalidades: desenvolver a aproximação entre dirigentes de lojas a varejo, visando estreitar, cada vez mais, a colaboração recíproca; criar clima propício à cooperação, à troca de experiências profissionais e de ideias, e, finalmente, à ação conjunta das lojas a varejo, no plano comum dos problemas que lhes são peculiares; promover o conhecimento e a compreensão, por parte da coletividade, pelos serviços prestados pelas lojas a varejo; cooperar com as autoridades, associações de classe e entidades sociais, em tudo o que interesse, diretamente, às lojas de varejo; promover, entre os componentes do Clube, a melhoria dos conhecimentos técnicos especializados; realizar, em comum, serviços de utilidade para as lojas a varejo, mediante regulamento e recursos específicos”. Como se vê, a CDL nascia preocupada em colaborar com a qualificação dos associados e com o desenvolvimento de Cachoeira do Sul.

                No domingo, a manchete do JP dizia: “Clube de Diretores Lojistas Foi Fundado e Elegeu Primeira Diretoria Sexta-Feira”. Era o ano 37 do Jornal do Povo. Na solenidade na Sociedade Rio Branco os 20 primeiros associados, a comissão que organizou a entidade distribuiu a chapa da primeira diretoria. A comissão tinha como membros João Nobre dos Santos, Severino Fuentefria e Jerônimo de Barros Leite. Foram eleitos: Luiz Millo Fogliatto, presidente; Elemar Burmeister, vice-presidente; Gentil Bacchin, diretor de relações públicas; João Nobre dos Santos, diretor de promoções de vendas. Foram oradores da noite Gentil Bacchin, Luiz Millo Fogliatto, José Aued (representante do prefeito), Danilo Strassburger (presidente da Associação Comercial e Industrial), João Nobre dos Santos e Elemar Burmeister.

                Em 1º de novembro de 1970, o Jornal do Povo mostrava em um terço de página o seguinte: “SPC em tom de conversa – o que nem todos sabem”. Dizia o texto: “Existe muita gente, por aí, que ao ouvir falar em SPC treme, se benze de canhota, cospe de lado e arrenega. Quem faz assim, não sabe o que é o SPC. Pensa que é uma instituição nascida e criada apenas para atazanar a vida de quem esteja devendo, seja aqui, ali ou alhures. Esta é uma interpretação errada, SPC não quer dizer SERVIÇO DE PRESEGUIÇÃO AO CALOTEIRO. Quer dizer, simplesmente, Serviço de Proteção ao Crédito”. Mais adiante, concluía: “O SPC está aí mesmo, para avalizar e garantir sua compra. Em suma: o SPC dá crédito”.

                Cinco anos depois, o JP afirmava em uma matéria com o título “SPC de Cachoeira tem revelado alta eficiência”: O SPC local, de janeiro a setembro, em nenhum mês baixou de 80% o índice de reabilitação de crédito, sendo que em outubro, ultrapassou o 100%, concluindo: “O trabalho de informação atinge nível altíssimo”. Em 9 de novembro, outra reportagem: “Dez anos do Clube de Diretores Lojistas”. “Foram 10 anos de muito trabalho e realizações que tornaram o nosso CDL admirado pelo seu incessante programa de desenvolvimento, não só para a classe lojista, mas também, colaborando, da melhor forma possível, com os poderes públicos de Cachoeira do Sul”, afirmava o texto. E prossegue: “Seria muito difícil citar todas as obras por ele realizadas. Colaborou em campanhas filantrópicas; realizou, em convênio com diversas entidades culturais, os mais variados cursos de especialização de mão-de-obra; todos os anos, em colaboração com a Prefeitura Municipal, decora as principais ruas da cidade com aquela conhecida e admirada iluminação a cores quando o Natal se aproxima; participou de diversas convenções nacionais e estaduais; esteve sempre atento para tudo que viesse a beneficiar o município, desde a construção do porto fluvial, asfaltamento da BR-153, RS-3, até a colocação de sinaleiras e abrigos nas paradas de ônibus”. Destaca também o seguinte: “O seu principal departamento, o SPC, está equipado com um sistema de comunicações pioneiro no País, o qual permite a conversação entre usuários, dispensando os serviços de telefonista”.

                Em 9 de novembro de 1980, o Jornal do Povo estampava: “Ornamentação natalina terá mudanças neste final de ano”. O recém-eleito presidente Werner Klix elencava entre suas metas a construção da sede própria, com a participação de outras entidades afins, erguendo o Palácio do Comércio. O sistema tradicional de decoração das ruas para o Natal seria modificado, cabendo à Prefeitura a montagem da árvore na Praça Honorato, enquanto o CDL realizaria promoções em uma praça, com brincadeiras, distribuição de balas às crianças através de um carro enfeitado conduzindo o Papai Noel. “Além disso, visitaremos a Casa da Criança, Creches, Asilo dos Velhos, CEBEM e outras entidades assistenciais na véspera de Natal, para que eles saibam que o comércio lojista se lembrou também deles”, avisava o presidente no jornal.

                 







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